AlertDialog with EditText


import android.content.DialogInterface;
import android.support.v7.app.AlertDialog;
import android.support.v7.app.AppCompatActivity;
import android.os.Bundle;
import android.text.InputType;
import android.view.View;
import android.widget.Button;
import android.widget.EditText;
import android.widget.Toast;

public class MainActivity extends AppCompatActivity {

private Button myButton;
private String myText;

@Override
protected void onCreate(Bundle savedInstanceState) {
super.onCreate(savedInstanceState);
setContentView(R.layout.activity_main);

myButton=findViewById(R.id.button);

myButton.setOnClickListener(new View.OnClickListener() {
@Override
public void onClick(View view) {
AlertDialog.Builder mydialog = new AlertDialog.Builder(MainActivity.this);
mydialog.setTitle("Weight in Kilograms? Example 21.6");

final EditText weightInput = new EditText(MainActivity.this);
weightInput.setInputType(InputType.TYPE_CLASS_PHONE);
mydialog.setView(weightInput);

mydialog.setPositiveButton("Ok", new DialogInterface.OnClickListener() {
@Override
public void onClick(DialogInterface dialogInterface, int i) {
myText=weightInput.getText().toString();
Toast.makeText(MainActivity.this, "Weight is "
+myText, Toast.LENGTH_LONG).show();
}
});

mydialog.setNegativeButton("Cancel",
new DialogInterface.OnClickListener() {
@Override
public void onClick(DialogInterface dialogInterface, int i) {
dialogInterface.cancel();
}
});
mydialog.show();
}
});
}
}

A primeira é a mais fácil de resistir

Cheguei a casa, depois do treino, cheio de fome e as bolachas com pepitas de chocolate que eu tanto gosto, estavam escancaradas em cima da bancada! Aí começa o dilema: 

  • “Não deves comer!”,
  • “Tem demasiado açúcar”,
  • “Tem pouco valor nutritivo, só faz mal”,
  • “Só serve para a engorda”
  • “Espera pelo jantar”

Do outro lado da consciência, está o “diabo” da vontade a falar:  

  • “É só uma…”
  • “Sabe tão bem…”
  • “Ninguém está a ver…”

Nunca passaram por este dilema, pois não? Estou sozinho nesta luta, não é verdade? Então não sei porque que continua a ler este post 🙂

Deixem-me afirmar: “A primeira é sempre a mais fácil de resistir”.

Passo a justificar a afirmação:

Quando eu olho para a bolacha, e tenho vontade de a comer, qual é a “vontade” que está a “falar?”

R: É a vontade psicológica, ou seja, é o processo mental de olhar para a bolacha, reconhecer o seu sabor,  e desejar “terrivelmente” comer a maldita bolacha. Tudo isto passa-se a nível mental, mas com a mente até posso salivar tipo o cão do Pavlov.

Agora, o que acontece quando eu cedo à “tentação” e meto a bolacha pela goela abaixo?

R: A bolacha vai passar pelas minhas papilas gustativas, e o estímulo vai chegar ao cérebro. Acresce a isto, o aumento rápido do nível de açúcar em circulação, e o nucleus accumbens (conhecido como o centro do prazer) vai dizer “Isto é bom, come mais…” 

E qual é o resultado disto?

R: Ora passo a ter que lutar com os duas formas de desejo: O desejo psicológico, e agora potenciado pelo desejo físico! Então passa a ser  muito mais difícil resistir à maldita bolacha de chocolate…

Conclusão: Se mentalmente, o meu lado racional, já chegou à conclusão que a bolacha não é para ser comida, isto é, já tenho informação suficiente que me permite chegar a este estadio mental, então aquilo que estou a dizer, é: O melhor é não comer a primeira bolacha, porque esta é a mais fácil de resistir! Depois de ceder à primeira,  então segue-se o descalabro, “perdido por 100, perdido por 1000” e não, nunca é só uma! Se é difícil resistir ao apelo psicológico, então mais difícil será certamente resistir quando o apelo psicológico tiver um empurrão do apelo físico.

Agora, se não está minimamente preocupado com a sua saúde e com o quão feio está a ficar com esse “avental” abdominal, então este post não é para si, continue a comer à vontade… e faça bom proveito…

Se isto o preocupa, então fica a sugestão de mais uma ferramenta que pode aliar à sua força de vontade, e já agora, não deixe as “bolachas” em cima da bancada, nem em nenhum lado, onde saiba onde estão.

Para mim hoje foi uma bolacha, para si pode ser qualquer outra coisa. O apelo psicológico aliado ao apelo físico, são uma potência difícil de resistir.

Se não está partido, porque é que doí?

Depois da radiografia, ao saberem que não têm fractura, aí vem a pergunta, então porque é que dói?  

Na verdade, a radiografia só mostra se existe fractura ou não, e de grosso modo, em urgência é o que importa saber, pois determina a necessidade de imobilização e/ou cirurgia.
Bom, mas então “porque é que doi?”
Vejamos, como exemplo, esta imagem de uma perna:

Para além do osso, que nesta imagem está por debaixo de todas as outras estruturas, temos: tendões, músculos, artérias, veias e nervos.  Todos estas estruturas, também ‘têm direito’ a sofrerem com os traumatismos e entorses que lhes infligimos.

Claro que, o doente procura sempre um diagnóstico “bonito” e não o satisfaz saber que não tem nada, senão, porque é que doí?

Cabe ao profissionais de saúde, sendo mais ou menos esclarecedor, orientar e satisfazer a curiosidade do traumatizado.

Fica sempre bem dizer que tem uma contusão muscular. Contusão é apenas um nome bonito para dizer “pancada”, assim como as pubalgias dos jogadores de futebol, é apenas um nome bonito para referir-se às dores na região púbica, muito sacrificada nos arranques e mudanças de posição.

E se não está partido, o que é que se faz? Pancadas e entorses, os chamados “dóis-dóis”, trata-se todos da mesma maneira, como nos indica a mnemónica inglesa RICE. 

Escrevi sobre isso no aplicativo SOS Febre e Dor:

(R)EST – O membro/zona traumatizada precisa de estar em repouso. Por exemplo: Após um entorse do tornozelo, não espere que a dor passe apenas com o medicamento! É preciso parar de fazer carga sobre o tornozelo, precisa de repouso.

(I)CE – O gelo é dos melhores anti-inflamatórios locais, pode aplicar várias vezes por dia, principalmente nos dois primeiros dias.
(C)OMPRESSION – Uma ligadura, ou uma contenção elástica, poderá ajudar a reduzir, tanto o edema, como a dor, melhorando a mobilidade.
(E)LEVATION – A elevação é importante. Por exemplo: Se entalar o dedo da mão, deve suspender a mão com uma ligadura ou lenço ao pescoço. A mão deve ficar ligeiramente mais alta que o cotovelo. 

 

‘Ok, isso é a maioria, mas se o meu caso for diferente?’, ‘Se eu for dos 1% dos casos que precisam de mais qualquer coisa?’. Sim, nos outros é sempre mais fácil falar, mas nós achamos que somos especiais, e que o nosso caso é sempre mais grave que todos (quem faz triagem numa urgência percebe o que estou a falar…) 

Por exemplo: Estava a jogar futebol e sentiu um esticão na perna que fez com que caísse para o chão, perdeu o controlo da perna (não apenas uma dor que limita), então poderá ter feito uma rotura do tendão de aquiles, e isso sim, não é fratura, mas precisa de cirurgia.

Um outro exemplo, de um ‘dói-doí’ difícil de curar são os traumatismos na grelha costal. Quer a costela ‘parta’ ou não, neste local não é possível colocar gesso e também não é possível parar de respirar. Ora então, não conseguimos cumprir a primeira regra do Rice, que é o repouso. Por isso, vai doer durante muito tempo, se tiver tosse, ainda vai experimentar uma dor tipo facada, e por vezes as dores são mais intensas uma semana depois do traumatismo. São daquelas que têm “pilhas duracel”, e duram e duram, muitas vezes mais de um mês, mesmo a tomar medicamentos para a dor. 

Para todos os dóis-dóis, para além do RICE, é preciso introduzir mais 2 “medicamentos”, que para quem me conhece, não é novidade 🙂 Uns poderão de ter que tomar uma dose maior do que outros, dependendo da tolerância de cada um. É o medicamento tempo e a paciência! Dois “fármacos” potentes e necessário para curar quase tudo e em especial as contusões.

Agora, se já passou uma semana, você até cumpriu o RICE direitinho, mas continua com a dor como  no início, tem o ‘direito’ de ir em busca de um diagnóstico para além da ‘contusão’! Pode  fazer uma ecografia ou um TAC, e aí vai descobrir que tem  por exemplo, uma distensão muscular, uma rotura r ou uma tendinite. Aí o tratamento, provavelmente, será uma dose maior de RICE, de tempo e de paciência! 

Boa sorte com o seu “dói-dói”…

Já cá cantam 40!

O mês passado cheguei aos 40. Não digo isto com saudosismo, ou para dizer que já estou velho, mas a verdade é que também já não estou novo, desculpem os que estão nos 70 anos e acham que os de 40 ainda são adolescentes. A meu ver, e quando olho para as filhas a crescer, considero que cheguei a meio do caminho, ou ao cimo do monte se preferirem, já só falta meio caminho, pelo que está na altura de aproveitar bem. Tal como o Ronaldo, que continua a jogar ao mais alto nível, mas já não corre que nem um doido atrás de todas as bolas, mas gere o esforço, perseguindo apenas as que valem a pena. Já ficou escrito à muito tempo “A glória dos jovens é a sua força; e a beleza dos velhos são as cãs”. E as minhas cãs já estão a atingir metade do meu cabelo!

Podemos dividir a vida em vários ciclos, uns pequenos, outros grandes.
Na escola aprendemos o ciclo básico da vida: Nascer, crescer, desenvolver, envelhecer e morrer.
É um ciclo simples, mas verdadeiro, e é preciso saber aproveitá-lo bem, vivendo-o na altura certa, e aceitar, como diz o salmista, ‘tudo passa’, e tudo tem um ‘tempo determinado’.

Uma classificação, em que reflecti hoje, no alto dos meus 40 anos, é o ciclo dos 20!
Chamaria o ciclo do património, e seria assim:
   0-20 > Tempo de capacitação
   20-40 > Tempo de construção de património
  40-60 > Consolidação e preservação do património
  60-80 > Distribuição do património
Digam lá que não é assim ? Claro, poderão achar que este é um ciclo muito redutor à área financeira’, mas ‘tempo também é dinheiro’, mas se pensarmos bem, o tempo ainda é mais precioso do que o dinheiro, porque o dinheiro vai e vem, e o tempo só vai…

Reflectir nos ciclos, é pensar, que tudo muda. Nada na nossa vida é estático, os ciclos continuam e nós vamos passar por eles, quer queiramos quer não.
– Se está mau: podemos ter a esperança que vai melhorar,
– Se está bom: também podemos ter a certeza que não vai durar para sempre.
Por isso, o meu homónimo há uns anos dizia ‘carpe diem’.
Claro que para mim, enfermeiro e religioso, ‘carpe diem’, não é fazer tudo o que me apetece, mas é aproveitar a vida, mantendo-me nas leis da sáude, e nos conselhos divinos, pois fora disso, só vem problemas.

“Esforça-te e tem bom ânimo” seria o conselho de Josué.